terça-feira, 22 de março de 2011

*EPIDEMIA OBAMA – HORA DE DESINFETAR O BRASIL*

Laerte Braga

É óbvio que os “analistas” da GLOBO vão passar a semana inteira analisando
os desdobramentos da visita do terrorista Barack Obama ao Brasil.
“Especialistas” em moda vão se esmerar em explicar a “elegância” de Michele
Obama. Diplomatas com larga experiência no século XIX vão ser chamados a
falar sobre os acordos assinados, os que não foram assinados e as
perspectivas para o futuro, enfim, toda a parafernália de sempre, todo o
espetáculo que acabou murchando com sucessivos cancelamentos, trocas de
“agendas” – como gostam de dizer – e ao final, evidente, acentuar que o
Brasil deve tomar os rumos ditados pela realidade de uma nova ordem onde os
mísseis falam mais alto.

Ou como disse o extraordinário Celso Amorim – “o problema é que os
americanos querem resolver tudo como se fossem cowboys” –.

Em meio a essa barafunda de espetáculos é possível que Fernando Henrique
Cardoso saia do sarcófago e escreva um artigo a ser publicado na edição
brasileira do THE GLOBE e na FOLHA DE SÃO PAULO (o jornal da desova na
ditadura militar).

VEJA então! Deve sair impressa nas cores da bandeira de EUA/ISRAEL
TERRORISMO S/A.

O xis da questão é outro. Como impedir que mais uma epidemia se alastre pelo
País e contamine milhões de brasileiros. Os efeitos são letais à soberania
nacional e a integridade de nosso território? Como acordar a presidente
Dilma Roussef do sonho Ana Maria Braga e do terror de sua omelete? Não é
possível que Dilma saiba apenas fazer uma omelete. Se for assim estamos
fritos. E com baita risco de colesteróis elevados.

Desinfetar e descontaminar o Teatro Municipal no Rio de Janeiro. O Palácio
do Planalto em Brasília. Os locais onde o genocida esteve na Cidade de Deus.
O campo do Flamengo (o time no domingo já não conseguiu ganhar da
Cabofriense e pode ser atingido pelo míssil Adriano, efeito devastador).

Não me lembro de ter lido sobre o terrorista no Cristo Redentor. Caso tenha
acontecido vai ser necessário bem mais que um descarrego. A força de todos
os Orixás será fundamental para evitar que as maldições do ocupante da Casa
Branca recaiam sobre os cariocas e por extensão aos brasileiros.

Não adianta apelar para Sérgio Cabral e Eduardo Paes, a dupla ainda está
inebriada por ter conseguido uma foto ao lado do presidente de EUA/ISRAEL
TERRORISMO S/A.

Um pastor evangélico norte-americano queimou um exemplar do Alcorão em sua
igreja, na noite de domingo, na cidade de Gainesville, estado da Flórida.

Terry Jones fez um “julgamento” do Corão dentro de sua igreja e o livro
sagrado dos muçulmanos foi considerado “culpado” de várias acusações dentre
elas a de assassinato.

Molhado com querosene foi colocado em um recipiente de metal no centro da
igreja e queimou por dez minutos. Segundo o tresloucado terrorista “tentamos
dar ao mundo muçulmano uma oportunidade de defesa de seu livro”.

Do alto de seu contato direto com o Criador afirmou ser “uma experiência
daquelas que temos uma vez na vida”.

É um novo/velho apartheid.

“*A sociedade portadora do espetáculo não domina as regiões subdesenvolvidas
apenas pela hegemonia econômica. Domina-as como sociedade do espetáculo*.
Nos lugares onde a base material está ausente, em cada continente, a
sociedade moderna já invadiu espetacularmente a superfície social. *Ela
define o programa de uma classe dirigente e preside sua formação.* Assim
como ela apresenta os pseudosbens a desejar, *também oferece aos
revolucionários locais os falsos modelos da revolução*. O espetáculo
específico do poder burocrático que comanda alguns países industriais faz
parte do espetáculo total, como sua pseudonegação geral e seu sustentáculo.
*Visto que em suas diversas localizações, o espetáculo mostra com clareza
especializações totalitárias do discurso e da administração sociais, mas
estas acabam se fundindo no nível do funcionamento global do sistema, em uma
divisão mundial de tarefas espetaculares”* (Guy Debord, A SOCIEDADE DO
ESPETÁCULO, Editora Contraponto, Rio de Janeiro).

Leitura obrigatória do Partido dos Trabalhadores na versão e nos seguidores
chapa branca do governo Dilma Roussef, três vezes ao dia pelo menos, até
compreender. Da presidente também. Os sobreviventes do PT em sua essência
ficam encarregados de fiscalizar a penitência.

O terremoto e os tsunamis no Japão dão lugar aos corpos de líbios mortos na
ação “espetacular” dos modernos cruzados contra povos árabes e ao silêncio
diante dos corpos de iemenitas barbarizados e mortos por um ditador aliado.

Aloísio Mercadante, Guido Mantega, Edíson Lobão, Fernando Pimentel e o
presidente do Banco Central, como penitência e ato para se redimirem da
covardia transformada em “coragem” tardia, agora em tentativa de negativa do
que é fato, poderiam, por exemplo, limpar todo o chão do Teatro Municipal e
os banheiros também.

Um sacolejo em Dilma para sair do estupor do momento em que Obama pediu
licença – em meio a uma conversa – e autorizou o ataque à Líbia. Uma
resposta à altura do nível do desrespeito ao Brasil não teria atrapalhado o
cabelo e nem a maquiagem.

Teria conferido dignidade ao governo dela.

Está em baixa.

Existe ainda o risco de aparecer no Domingo do Faustão e ser jurada dum trem
qualquer. Aí é caso perdido. Chamem o doutor House e desliguem as máquinas.

Omo só não resolve, não desinfeta nada. Nem o tal de Harpic que mata “todos”
os germes. Tem que ser soda cáustica pura e a velha e sempre útil creolina.

O líder de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A não discutiu a presença do Brasil no
Conselho de Segurança da ONU em termos de uma cadeira permanente. É claro
que não. Segundo um “especialista” desses que sabem tudo de uma coisa só e
nada do resto, Obama emitiu sinais.

Sinais de que? De fumaça? Que se perdem no ar e se transformam em nada?

Na cabeça dos terroristas da Casa Branca o Brasil e os países da América
Latina são ainda feudos, colônias dos EUA. Qualquer problema mais sério um
golpe de estado (como em 1964, ou agora em Honduras) resolve o problema,
restaura a “ordem democrática” e o petróleo fica garantido.

Mas fez propaganda dos aviões da BOEING, na tentativa de transformar a FAB –
Força Aérea Brasileira – em instrumento reserva para eventualidades de uma
guerra aqui, outra acolá, necessidade vital do conglomerado para manter-se
intacto e poderoso num mundo que chamam de globalizado e que Milton Santos
(sempre é bom lembrar, notável geógrafo brasileiro classificou de
“globalitarizado).

Que o digam os líbios. Os palestinos. Os iraquianos. Os afegãos. As milhões
de mulheres, crianças, homens mortos nas aventuras terroristas do
conglomerado mundo afora.

Um jornal inglês – ainda se salvam alguns do controle da mídia – publicou na
edição de domingo, foto de soldados de EUA/ISRAEL TERRORISMO S/A em franca
confraternização diante dos corpos de afegãos mortos em combate.

Como acontece sempre numa sociedade doente e que espalha sua doença para o
mundo, o terrorista Barack Obama, qualquer dia desses, como fazem
sistematicamente os presidentes do conglomerado, vai ler uma declaração
lamentando que mais um maluco invadiu uma escola, um escritório, um comício
e matou dezenas, centenas de pessoas sem motivo aparente.

Vai afirmar que o fato é grave e que precisamos repensar determinados
valores.

É a lógica do espetáculo cínico da barbárie.

É hora de desinfetar o Brasil. E quem sabe cheirando um pouco de amônia
Dilma Roussef acorda para a realidade e percebe que o mundo não é uma
omelete.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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