terça-feira, 22 de março de 2011


           O Avatar Master Cameron, defendeu que o dinheiro resolve todos os problemas, e que nesse raciocínio pode se pagar para preservar a floresta, é claro que quem recebe mesmo são os governos e os grandes capitais, enquanto que aqui o caboco recebe 50 reais, e muitas vezes precisa navegar dias até o Banco do Planeta mais próximo, (O Bradesco, parte do projeto de privatização dos nossos Bancos Públicos, tem doado recurso, com movimentação exclusiva).  E quando não tiver água, será que o Cameron beberá seu dinheiro ou usará para vim para a floresta que ele diz ajudou a preservar, um dia eles vão querer o que já pagaram!!!
            Em 2010 o Estadão divulgou fraude no mercado de carbono, que estaria sobre a investigação da ONU, a denúncia é o maior indício de fraudes no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), um dos pilares do Protocolo de Kyoto e da política de combate às mudanças climáticas que a ONU tenta implantar. As primeiras revelações sobre o esquema foram feitas por organizações não governamentais. Uma investigação foi aberta pela Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC). Segundo o jornal Le Monde, ao menos seis empresas tiveram seus créditos de carbono proibidos de serem vendidos no mercado enquanto a investigação segue. O esquema teria sido montado em torno da suposta superprodução de gás HCF23, um derivado da produção de outro gás, o HCF22, usado na indústria de refrigeração. O HCF23 é 11 mil vez mais perigoso que o CO2 para a atmosfera.
             Até 2012, a suspensão do comércio de créditos de HCF23 poderia custar até ? 150 bilhões - de um universo de ? 900 bilhões negociados no mercado -, segundo cálculos da consultoria francesa Orbeo. "As provas são muito fortes", afirma Mark Roberts, membro da ONG britânica Agência de Investigação Ambiental. "É o maior escândalo da história do MDL e causa vergonha aos esforços internacionais pela luta contra as mudanças climáticas.
            "E o gozado é que antigamente o cientista tinha a obrigação de ser cético, até por definição, pois a ciência devia ser pautada por evidências. Agora mudou, ser cético é o xingamento depreciativo que se aplica a quem ousa questionar o dogma do alarmismo climático. O grande jogo é o da divisão internacional do trabalho, da riqueza e do poder, controlar a emissão de carbono significa controlar todas as atividades de produção de bens materiais é controlar os destinos da indústria, agricultura e transporte. O mercado mundial de crédito de carbono já ha muito é dominado por máfias financeiras, que vendem estes derivativos de vento. Mas não tem problema, pois tem quem compre, já que é uma imposição legal dos países desenvolvidos. Por isso pergunto eu, perguntamos todos, sustentabilidade de quem?

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